quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Falta de Magnésio na Alimentação. Quais as consequências?

Falta de Magnésio aumenta riscos de envelhecimento precoce
Um novo estudo aponta que a falta de magnésio acelera o envelhecimento das células. Segundo a pesquisa, feita nos Estados Unidos, a deficiência crônica do mineral pode promover ou acelerar doenças relacionadas à idade.

O magnésio é fundamental para uma série de processos biológicos, sejam metabólicos, regulatórios ou estruturais e sua presença é necessária para que muitas enzimas funcionem corretamente. Trata-se de um micronutriente obtido essencialmente da ingestão de vegetais de folhas verdes (principalmente escuras) e de grãos integrais.

Apesar disso, como destaca o estudo publicado na revista Proceedings of the National Academy of Sciences (Pnas), mais da metade da população norte-americana tem falta do mineral, devido principalmente à alimentação não saudável. “A dieta típica dos Estados Unidos se desviou das fontes naturais para opções mais refinadas e frequentemente pobres em nutrientes, fazendo com que a carência de magnésio se tornasse comum”, destacaram os autores. O cenário resulta no aumento no risco de diversas doenças ligadas à idade, como pressão alta, problemas cardiovasculares, diabetes e osteosporose.

Para entender melhor como a deficiência de magnésio contribui para essas doenças, David Killilea e Bruce Ames, do Departamento de Biologia Molecular e Celular da Universidade da Califórnia, em Berkeley, analisaram os efeitos de longo prazo da deficiência moderada do mineral em fibroblastos, células que fornecem a base estrutural para muitos tecidos no corpo humano.
Embora as células tenham sobrevivido e se dividido normalmente em condições com carência de magnésio, elas envelheceram mais rapidamente do que as células que cresceram em concentrações normais do nutriente.
Os autores relacionaram o envelhecimento prematuro, em parte ao encurtamento dos telômeros, sequências de DNA que protegem as extremidades dos cromossomos e cujo mau funcionamento tem importante papel tanto no envelhecimento como no desenvolvimento de câncer.


Fonte: Revista Ciência e Saúde
Data de publicação: 07/08/09

terça-feira, 18 de agosto de 2009

Qual a melhor panela para cozinhar?

Dicas de Nutrição
As vezes não damos devida importância para este tema, mas é importantíssimo sabermos qual a composição, os riscos e as melhores panelas para cozinharmos nossos alimentos e poder comê-los com todo o sabor e nutrientes que precisamos para uma refeição saudável!

TIPOS DE PANELAS:

PANELA DE COBRE
Se este tipo de panela não for revestido por outros materiais, o cobre pode ser transferido para os alimentos. Quando ingerido de forma excessiva, o metal ocasiona problemas nos rins.

PANELA DE FERRO
Esfregar de forma intensa a panela de ferro não é recomendado. Desta forma, corre-se o risco de soltar ferrugem, a qual, dentro do corpo, oxida as gorduras insaturadas, favorecendo a obstrução das artérias. No entanto, a panela de ferro é totalmente indicada para tratar doenças como a anemia ferropriva, causada pela deficiência de ferro. Além disso, cozinhar na "panela da vovó" é uma forma de garantir uma pitadinha a mais deste mineral no organismo.

PANELA DE PEDRA-SABÃO
O ideal é que, antes de ser utilizada, a panela de pedra-sabão vá para o forno bem quente por duas horas, cheia de água, untada de óleo por dentro e por fora. Desta forma, ela esta pronta para liberar cálcio e magnésio para o corpo, benéficos para o organismo, além de evitar que o níquel, presente em sua composição, migre para os alimentos.

PANELA DE ALUMÍNIO
De acordo com alguns especialistas, a panela de alumínio é a mais prejudicial ao organismo. Segundo eles, os resíduos deste metal no organismo estão relacionados á doenças como o Mal de Alzheimer. O risco é maior quanto mais velha for a panela.

PANELA DE VIDRO
É a única que não transfere resíduos químicos para os alimentos, sendo recomendada para preparação de ensopados, molhos e sopas, pois sua transparência permite que o cozinheiro consiga dosar melhor os líquidos.

PANELA DE TEFLON
É a mais indicada porque, por ser anti-aderente, não requer muito óleo na preparação dos alimentos, o que diminui o nível de gordura no organismo. A única preocupação é evitar o atrito com esponjas de aço e colheres de metal, as quais podem soltar o material em que ela é fabricada, uma espécie de plástico que não pode ser ingerido.

PANELA DE INOX
Com relação á saúde, a panela de inox só é prejudicial se for de péssima qualidade, quando então libera níquel, um metal capaz de causar problemas no organismo.

PANELA ESMALTADA
Se for utilizada corretamente, esta panela não oferece nenhum risco ao organismo. Para isso, é só limpar, sem arranhá-la a ponto do esmalte se soltar, utilizando esponja macia, sabão e água.


Fonte: Revista Saúde - Ed. Abril.